terça-feira, 16 de janeiro de 2018

LEMBRANDO CHICO BUARQUE

Na MPB gosto de dezenas de artistas, entre compositores e cantores. Um dos que mais me fascina com sua vasta e rica obra é Chico Buarque.. Há anos procuro saber tudo sobre sua obra através de livros, jornais, revistas e até histórias. Uma das histórias sobre a obra de Chico que muito me fascinou tomei conhecimento no livro Histórias de Canções, do jornalista e escritor Wagner Homem. 
É sobre a bela "O que será", que Chico fez sob encomenda do na época jovem cineasta Bruno Barreto para o filme "Dona Flor e seus dois maridos". Confesso que ficava intrigado porque tenho o LP "Meus caros amigos", original de  1976, em que Chico interpreta com Milton Nascimento, mas com uma letra diferente da que interpreta com o mesmo Milton no LP "Geraes".  
Na interpretação de Chico e Milton do LP "Caros amigos", a canção além do título "O que será" (que deveria, a meu ver ter uma interrogação), aparece um sub título "À flor da terra". E começa assim:

O que será que será, 
Que andam suspirando pelas alcovas
Que andam sussurrando em versos e trovas
Que andam combinando no breu das tocas 
Que anda nas cabeças, anda nas bocas ...

Já na interpretada também com Milton no LP "Geraes" ela ganha também além do "O que será" outro sub título, "À flor da pele", e uma letra diferente, que começa.assim:

O que será que me dá
Que me bole por dentro, será que me dá
Que brota à flor da pele, será que me dá
E que me sobe às faces e me faz corar
E que me salta aos olhos e me faz atraiçoar
E que me aperta o peito e me faz confessar
E que não tem mais jeito de dissimular
E que nem é direito ninguém recusar....

A fantástica cancão de Chico Buarque ganha ainda uma terceira versão cantada principalmente na abertura do filme de Bruno Barreto, cujo começo da letra é esse:

O que será que lhe dá
O que será meu nego, será que lhe dá
Que não lhe dá sossego, será que lhe dá
Será que o meu chamego quer me judiar
Será que isso são horas dele vadiar
Será que passa fora o resto do dia
Será que foi embora em má companhia
Será que essa criança quer se agoniar
Será eu não se cansa de desafiar
O que não tem descanso, nem nunca terá
O ue não tem cansaço, nem nunca terá
O que não tem limite

(Notem bem, que na interpretação no LP Geraes, ele diz "será que me dá", enquanto na terceira versão ele diz "será que lhe dá")

Uma canção, três títulos e três letras. Não completamente diferentes, ambas com algumas conotações e palavras similares. Porém,.todas com um sentido poético, político e humano que marcam com uma perfeição bem própria a obra desse gênio chamado Chico Buarque de Holanda.


VIVA! TUNA DE VOLTA ÀS REGATAS

Soube hoje, embora não possa ainda garantir se é verdade, que a Tuna está preparando uma boa equipe para disputar o Campeonato Paraense de Remo 2018.
Primeiro tive uma conversa com o Caxeado, presidente da FEPAR na sexta feira e ele me garantiu que foram feitas várias transferências de atletas para a Tuna, o que já demonstra que "esse ano não vai se igual aquele que passou", quando não participamos de nenhuma das cinco regatas. 
A notícia que soube hoje diz que a Tuna já fez mais de 10 transferências de atletas, o que confirma as palavras do Caxeado, e que tudo indica que vai brigar pelo título.
Como sou apaixonado por regatas e sempre me fiz presente às disputas quando a Tuna participava, fiquei alegre e otimista. 
Também ontem estava esperando a visita do Heronides Júnior, diretor náutico da Tuna, que falou que iria comigo. Como ele não veio e por isso não conversei nada com ele -que é a pessoa mais indicada para falar sobre o assunto-, não posso garantir nada sobre quantos atletas já tem registro no clube, mas só em ter a possibilidade de participar, nem que não ganhe muitos páreos,  já é alguma coisa.
Espero que tudo se organize e a Tuna volte às regatas para alegria nossa, que somos amantes da Tuna e desse belo esporte onde a nossa Águia sempre se destacou.

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

2018 TEM QUE SER O ANO DA TUNA!

Primeiro de Janeiro aÉm do Dia Mundial da Confraternização Universal, é também aniversário da Tuna Luso Brasileira. Quer dizer, ontem a gloriosa Águia do Souza, que foi fundada em 1903, completou 115 anos. Será um mês inteiro de muita festa.
Não vou aqui mais uma vez enumerar os feitos históricos da Tuna em sua longeva vida. Os que acompanham a vida social e esportiva de Belém, do Pará e do Brasil sabem que a Tuna fez uma belíssima história nestes dois setores, realizando importantes e inesquecíveis bailes dançantes e carnavalescos em seus salões e em sua boate (a primeira de Belém) e ganhando títulos em todos os esportes, do Tiro ao Alvo ao Handebol, passando pelo Basquete, Vôlei, Natação e onde ganhou os mais belos títulos: o Futebol Profissional, sendo a primeira equipe do Pará e do Norte a ganhar um titulo nacional, a série B, em 1985. 
Prefeito falar da Tuna de agora, de 2018. Da Tuna que ainda tem torcedores e associados esperançosos por uma guinada de sua diretoria, proporcionando uma metamorfose nos seus Departamentos Social e Desportivo.
Por que eu falo metamorfose?  Porque a Tuna já vem há alguns anos sem conseguir vitórias e consequentemente títulos em seus esportes amadores, como também, á há quatro anos não disputa o  
Campeonato Paraense de Futebol.
Para quem não torce pelo clube pode até achar natural, mas para o torcedor, aquele da arquibancada, aquele que sofre, que chora, mas que não abandona as cores da Águia, isso é triste, às vezes desesperador, porque, para quem não sabe, o torcedor tem necessidade de ver sua equipe disputando títulos. Pode até empatar, perder, mas o torcedor quer viver seu time. Falo de cátedra porque eu sou assim.
Portante senhor presidente João Rodrigues, que eu considero e respeito  -mas que até o presente, como vice presidente e como presidente em seu primeiro mandato não conseguiu fazer a Tuna voltar a brilhar nos esportes amadores e no Futebol Profissional-,  faça este ano o impossível para que a Tuna mostre boas equipes, competitivas nos esportes amadores, como na Natação, no Vólei, no esporte Náutico e, principalmente, nas categorias de base do Futebol, que é onde sua torcida mais vibra.
Na verdade não é muito fácil o sucesso no Futebol profissional  na situação em que a Tuna se encontra, a Série B.  Quem conhece futebol e tem noção real da coisa sabe muito bem disso. A concorrência é muito grande. Porém, é bom lembrar que  2018 é ano da reunião do Conselho Técnico da FPF. Logo, é importante que a diretoria da Tuna lute fortemente para que seja mudado o critério de acesso e decesso dos times da capital, principalmente as equipes centenárias que, a na visão de muitos amantes do futebol e até cronistas,  não deveriam passar pelo vexame de cair e lutar para subir.
Lógico que isso não será uma tarefa muito fácil. Talvez tenham que ser feitos lobbies. Mas tenho certeza que Remo e Paysandu têm interesse da volta da Tuna e também dessa proteção às três mais importantes equipes de nosso futebol.
Já conversei com algumas pessoas sobre o assunto. Creio que os dirigentes da FPF têm simpatia pelo preto, que poderia funcionar á em 2019. 
O presidente João Rodrigues tem muitas tarefas importantes para os esportes da Tuna este ano. Mas tenho certeza que uma delas será A DE Lutar pela volta da Tuna através da decisão do Conselho Técnico ou, se por acaso não vingar,  fazendo uma equipe forte, com uma diretoria de futebol competente e comprometida, para a nossa Águia voltar a brilhar, para felicidade nossa.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

ELEIÇÕES NA TUNA MARCADAS. FISCALIZAR É PRECISO!

O presidente da Assembleia Geral, GB Alírio Gonçalves, embora eu não tenha lido edital e, nenhum jornal, ao que se comenta já marcou o prazo da inscrição de chapas  e o dia da eleição para a nova diretoria executiva da Tuna Luso Brasileira. A data será dia 14 de Dezembro.
Acho que as coisas da Tuna deveriam ser melhor divulgadas, para se saber os pormenores. Por exemplo, era importante que se soubesse, através das palavras do presidente Alírio, que poderia ser em entrevista a um jornal ou em uma reunião na Tuna, como acontecerá essa eleição, para que fatos negativos acontecidos na eleição passada e em anos anteriores, não se repitam.
Segundo o Estatuto da Tuna, em seu Artigo 50, Parágrafo quarto, "Para que os associados possam organizar suas chapas, será franqueada na secretaria da Associação, a partir de requerimento assinado por três Associados Patrimoniais em gozo de seus direitos legais, uma cópia da relação geral dos associados com direito a voto".
Na eleição passada aconteceu tudo ao contrário. A diretoria da época, não entregou no prazo legal a relação dos associados com direito a voto. O que aconteceu foi que na semana da eleição e até no dia da votação, a diretoria estava com um funcionário do clube com um computador recebendo pagamento de mensalidades de associados inadimplentes, que com isso ganharam o direito de votar. Isso é ilegal, embora o fato tenha acontecido com a concordância ingênua do candidato de oposição. Resultado é que graças "à bondade da diretoria" quem estava atrasado um ano, cinco ou até 10 anos, votou, mas irregularmente.
Outro fato que deve ser bem examinado pelo presidente da Assembleia Geral é no ato da inscrição de chapas. O mesmo Artigo 50, em seu Parágrafo terceiro, diz que "a solicitação da inscrição de chapas deverá conter a composição completa  contendo a identificação dos cargos com o nome dos Associados, inclusive assinatura. Notem bem, é necessário que estes associados estejam em pleno gozo de seus direitos e que na solicitação tenha o nome e assinatura de todos. 
O cumprimento do Estatuto é fundamental para que as eleições transcorram legalmente, com bastante lisura, com plena democracia e sem possíveis facilidades para nenhuma das chapas. É importante que tudo aconteça legalmente e  que não fiquem dúvidas  da perfeita regularidade do pleito.  
Afinal, a Tuna é um clube luso brasileiro, como o Vasco da Gama, mas não vamos seguir o exemplo do Euricão que mais uma vez "mexeu com os pauzinhos" para permanecer no poder.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

TUNA TEM QUE QUEBRAR AS BARREIRAS

Sabe o que é chorar de tristeza, raiva, frustração e mais um monte de coisas? Pois é, foi o que aconteceu comigo e tenho certeza com milhares de tunantes apaixonados ontem na boca da noite,
Fizemos nossa obrigação de torcedor: torcer, gritar, vestir a camisa, embora soubéssemos que seria bem difícil. É aquela história de ter tido tudo nas mão e ter jogado fora, no jogo de domingo passado, no Souza, contra o Bragantino.
Não é questão de querer justificar, mas todos nós sabemos que se o nosso adversário ontem fosse o Tiradentes e no Souza, seria muito, mas muito mais fácil, derrotar.
Foi no jogo contra o Bragantino que perdemos a chance de estarmos agora entre os quatro pra disputar a semifinal.
Quem me acompanha sabe que nunca gostei -aliás, desde 2003- do modo do Sinomar Naves trabalhar. Acho o Sinomar até uma cara educado, boa praça. Mas como técnico deixa muito a desejar. Conversamos muito eu e o Bosco, há mais ou menos um mês, sobre o time. Achamos a equipe boa, bons jogadores, alguns aguerridos e parecendo querer acertar. Concordamos que faltava uma definição tática, um sistema de jogo. Esse negócio de jogar recuado, sem alas, com um meio de campo com muitos volantes e um ataque em que o centro avante não era explorado com bolas altas, poderia complicar.
Quando assisti o jogo com o Bragantino, vi que a equipe pouco melhorou do "match treino" eu havia visto. A matéria que fiz na segunda feira passada alertando que precisaríamos de sorte, parece até que adivinhava que o Sinomar ontem entraria de novo com medo, na tentativa de empatar e ir para a sorte nos pênaltis. Batata!
Essa Segundinha, do jeito que funciona, não é um campeonato. É um torneio. Você tem que entrar com um bom time e tentar ganhar todas (não como o Tapajós, que ganhou, ganhou e no final perdeu).
Por isso, vou torcer para que mudem as coisas na Federação. Por exemplo, o critério de acesso. Não pode continuar a ser tão cruel, ou seja, 15 clubes para ascenderem somente dois. É brincadeira isso.
Tem que mudar e ascender pelo menos quatro equipes. E com a mudança desse sistema de tiro seco (só um jogo com cada clube, em vez de ida e volta). É falta de respeito com os torcedores de todas as equipes.
Por exemplo, imaginem  torcedores sofridos como como nós tunantes, que não vemos nossa equipe no Campeonato Regional há cinco anos, e passamos o ano inteiro sem ver nosso time jogar. De repente, praticamente no final do ano, ele joga três partidas, uma delas fora de Belém, consegue passar para a segunda fase, e na quarta partida, perde e sai fora. Aí teremos que esperar mais um ano para ver a equipe jogar de novo. É muito sofrimento!!!Tiro seco é uma é sacanagem da grossa.
Amigos, as coisas têm que mudar, repito. Na Tuna, na Federação, no nosso Departamento de Futebol.
Hoje estou de ressaca moral, pois ontem me aprontei cedinho para ver meu time ganhar, classificar e disputar a semifinal, apesar de não gostar desse sistema imposto pela FPF.
Não deu. mas torço para que as coisas mudem inicialmente na Tuna. Temos que ter pessoas comprometidas com nossos esportes. Pessoas que torçam pela Tuna e lutem para quebrar as barreiras que  impedem nossa querida Tuna Luso Brasileira voltar a elite do futebol paraense e brasileiro..

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

A COMPETÊNCIA E O AMOR PELO CLUBE

Ninguém morre de véspera. Nem mesmo peru. Quanto mais Águia. É com esse pensamento que a Tuna deve entrar em campo neste domingo, contra o Parauapebas, na cidade de mesmo nome.
Todos nós sabemos que não será nada fácil. Não adianta nos iludirmos. O adversário da Tuna é uma pedreira, pois foi o primeiro colocado em seu grupo, com duas vitórias e dois empates, totalizando oito pontos. Muito diferente de nossa história: só conseguimos uma vitória, um empate e uma derrota, totalizando quatro pontos, os outros três foram de bonificação pela saída do Pedreira.
Penso, rezo e toro fervorosamente para que o Técnico Sinomar Naves escale o time correto. Que tal trocar os dois laterais ou mesmo "inventar", colocando dois meia atacantes que possam fazer o papel de alas pela esquerda e pela direita?  O fato é que ele tem que entrar diferente, porque se entrar no mesmo estilo de jogo de domingo, é quase certo a gente perder.
Se não conseguir furar a defesa do Parauapebas e abiscoitar pelo. menos um empate, será uma vitória, pois na cobrança de pênaltis é "seja o que Deus quiser", ninguém  pode garantir nada.
Não vou negar que me decepcionei com o time de domingo. É normal. Sou torcedor apaixonado, Esperei muito e o que vi não me agradou. Repito: não pelos jogadores, mas pelo sistema que jogaram: todos atabalhoados, sem meio campo, sem alas e sem ataque, todos perdidos.
Mas a vida continua. Vamos torcer, ter esperança. mas se conseguirmos a vitória e a classificação final, Sinomar não é nome para dirigir o time. Pena que os dirigentes não enxerguem ex-jogadores da Tuna que conhecem bem as mumunhas do futebol.  Temos jogadores que foram vencedores e que com certeza queriam uma oportunidade para dirigir nosso time.
E com certeza uniríamos o útil ao agradável: a competência e o amor pelo clube.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

TUNA NÃO FEZ DEVER DE CASA E AGORA SÓ A SORTE CONTRA O PARAUAPEBAS

Não foi o destino que quis que a Tuna pegasse fora de casa o Parauapebas, o segundo melhor time que disputa a Segundinha, como adversário para a partida das Oitavas de final. A triste realidade que causou esse difícil confronto que acontecerá no domingo à tarde, em Parauapebas, foi a fraca campanha da Tuna na fase preliminar, além do péssimo resultado de domingo, no Francisco Vasques, quando a Águia perdeu para o Bragantino por 1 a 0.
Certamente alguns dirão que a Tuna não fez uma fraca campanha e o resultado de domingo não foi péssimo. Essa opinião é normal para alguns, principalmente para os dirigentes que ao longo de todas essas gestões descomprometidas com os esportes cruzmaltinos, vociferam que "foi bom que acontecesse agora, para não acontecer depois", típico de consolo que pelo menos na minha cabeça não cabe. Isso é como dar pipo a criança de 10 anos.
Vejam a situação da Tuna nessa Segundinha: disputou três partidas, perdeu uma, empatou outra e ganhou apenas uma. É pouco para quem quer chegar entre os dois primeiros numa competição, que na verdade é um torneio, em que disputam 15 times.
Quem quer vencer trabalha correto, faz uma equipe com bons jogadores e uma Comissão Técnica formada por pessoas que possam congregar, discutir, chegar no melhor caminho para vencer. Na Tuna isso acontece ao contrário. A história do tapinha nas costas e dizer que o time "está bom", sem está, é balela.
Desde o princípio sabia que a Tuna, embora com um time melhor que dos anos anteriores, não poderia render muito bem. A começar pelo técnico. Sinomar Naves mostrou, com a equipe que jogou domingo (a primeira que vi jogar esse ano), que não evoluiu quase nada seu conhecimento técnico/tático no futebol. Escalou um time, deixou alguns jogadores que poderiam ser titulares de fora, e em campo sua equipe não mostrou coordenação tática, jogando apenas pelo meio, sem explorar as pontas, e com um meio de campo se atrapalhando nas jogadas de ataque, talvez até pela falta de opção de jogar com os laterais, que ficaram fixos, sem ajudar o meio nem o ataque.
Sabe-se que todo time quando não joga bem no primeiro tempo, no segundo ele tende a melhorar. Ou piorar.
A Tuna não melhorou na volta. Continuou jogando errado e com dois minutos logo tomou o gol matador.  Para quem já está vendo a situação do time do coração como um karma, mesmo com um fio de esperança de empatar, naquele momento, só imaginei o pior.
E o pior veio. Disputar uma partida decisiva fora de casa com uma equipe que entra em campo com toda moral pelos conquistados, o Parauapebas, só apelando para a sorte e para as orações.
Nem tudo está  perdido. Mas sinceramente não tenho coragem de ir à Parauapebas. Já fui com a Tuna para os recantos mais longínquos no Pará e em outros estados, mas não vou arriscar sofrer mais uma tristeza.
O time não me agradou. Até que os atletas não são tão ruins. Tem umas peças boas. Mas taticamente,
o Sinomar, repito, não evoluiu para saber que futebol se joga nos quatro cantos, que explorar os laterais como alas,  principalmente quando se tem atacantes altos, que cabeceiam, é o coreto, o que toda equipe que quer vencer tem que fazer. E, quando se joga em casa, perante sua torcida, como a da Tuna, que é pequena mas vibrante,  tem-se que Jogar a vida, a alma, o coração. Fazer o dever de casa. 
P.S: Estou.escrevendo isso bem antes da partida de domingo. Não vou ao jogo mas vou ficar com o radinho ligado. mas mesmo que a vitória venha (o que espero!), acho que tem que mudar.O time de Sinomar joga com medo, sem vontade de vencer. E a Tuna não pode mais pensar em não vencer. Tem que ganhar sempre!